11 de junho de 2014
10 de junho de 2014
Reabriu
Pronto, o blog reabriu.
Apesar de até gostar do fundo que existia, achei que precisava de uma nova cara.
Dei mil e uma voltas mas nada me agradou, por isso achei que por agora o básico dos básicos ficava melhor. Atenção que não quer dizer que um dia destes acorde e resolva mudar tudo.
Ainda falta uma ou outra modificação, mas espero que gostem da cara lavadinha, mas se quiserem dar sugestões, sou toda ouvidos.
9 de junho de 2014
Aviso à tripulação!
Prevê-se que o blog encerre mais logo e venha a reabrir durante o dia de amanhã ou na próxima quarta.
Estão a previstas mudanças e arrumações (bem precisa).
Estão a previstas mudanças e arrumações (bem precisa).
Coisas que não entendo...
O porquê de tanto alarido com as alpercatas. Cruzes, senhores!
Aquilo não passa de uma sola de corda e pano. Colorido, por vezes. Colorido esse até bem giro, padrões giros e tal, mas não tem piada nenhuma.
Eu entendo que para a praia é pratico, que possam ser confortáveis, bla bla bla, mas aquilo é feio até mais não.
O ano passado, quando começou a febre e já detestando a coisa, fui com uma colega, a pedido dela porque queria comprar para a sua pequena cria, à loja da Paez na zona das janelas verdes. E tanta gente na loja, poucos ou nenhuns artigos na loja porque estavam a desaparecer depressa, um preço que valha-me Deus e os horripilantes chanatos, sem ponta por onde pegar.
É que não é por nada, mas assim como a Zara este ano tem uns chinelos à velha a que chama de sandálias de pala, aqueles também fazem lembrar aqueles sapatos de pano que as pessoas mais velhotas usam.
A sério, vocês sabem que eu não sou nenhuma Fashion Blogger, que não ligo muito a tendências e praticamente não as sigo, mas caramba não consigo deixar de comentar...
Na minha mesa de cabeceira
Saiu o ano passado em Outubro e depois de ter lido a sinopse fiquei encantada com ele, mas foi ficando na extensa lista que tenho. Eu não gosto muito de ter muitos livros começadas, mas ás vezes por diversas razões como a forma como nos sentimos ou até mesmo a rota da história fazem-nos querer mudar um pouco e neste momento é isso. Quis mudar, este é pequeno, viciante, quando se começa é difícil de o largar, tem uma escrita que flui por si só.
Espero em breve poder dar a minha opinião, mas até lá deixo-vos aqui a sinopse.
Sinopse
Uma história tocante sobre a felicidade das coisas simples da vida.
O meu nome é Jocelyne. Quando era jovem, sonhava trabalhar no mundo da moda em Paris e conhecer um Príncipe Encantado. Mas a vida foi passando e, afinal, tenho uma retrosaria, o meu marido pouco ou nada me liga e os meus filhos já deixaram o ninho. Mas a sorte mudou e, agora, posso ter tudo o que sempre desejei. No fim de contas, agora posso ter tudo o que sempre desejei. Mas começo a duvidar se o dinheiro me trará realmente a felicidade e se não terei mais a perder do que a ganhar…
Uma história luminosa, comovente e divertida sobre o amor e o acaso, que já inspirou mais de meio milhão de leitores em todo o mundo a procurar a verdadeira felicidade.
O meu nome é Jocelyne. Quando era jovem, sonhava trabalhar no mundo da moda em Paris e conhecer um Príncipe Encantado. Mas a vida foi passando e, afinal, tenho uma retrosaria, o meu marido pouco ou nada me liga e os meus filhos já deixaram o ninho. Mas a sorte mudou e, agora, posso ter tudo o que sempre desejei. No fim de contas, agora posso ter tudo o que sempre desejei. Mas começo a duvidar se o dinheiro me trará realmente a felicidade e se não terei mais a perder do que a ganhar…
Uma história luminosa, comovente e divertida sobre o amor e o acaso, que já inspirou mais de meio milhão de leitores em todo o mundo a procurar a verdadeira felicidade.
E pronto... Foram avisados...
"Cerca de 2,40 metros de gradeamento da ponte das Artes, em Paris, famosa pela quantidade de cadeados que casais apaixonados lá colocaram, colapsaram esta tarde, sem causar vítimas.
A ponte, que atravessa o rio Sena junto ao Louvre oferendo uma das vistas mais bonitas da cidade de Paris, foi evacuada e está fechada, devendo ser reaberta amanhã.
No mês passado, a presidente da Câmara de Paris, Anne Hidalgo, havia alertado para os perigos da "praga" de cadeados na ponte das Artes, devido ao peso sobre a estrutura. Havia inclusivamente pedido ao responsável pela Cultura da cidade que encontrasse "alternativas artísticas, solidárias e ecológicas" aos cadeados, que ameaçavam a ponte.
Esta tarde, provou-se que a autarca estava certa, quando parte do gradeamento da ponte, onde milhares de cadeados metálicos estão suspenso, caiu.
Os cadeados começaram a chegar à ponte das Artes em 2008, tendo estado limitados até 2010. No entanto, a "epidemia" acabou por cobrir os 150 metros de gradeamento da ponte e espalhou-se por outras pontes e até à Torre Eiffel, onde foram recentemente encontrados 40 cadeados.
A moda dos cadeados está presente em todos os continentes e pretende eternizar o amor de quem o coloca: na ponte das Artes, os casais enamorados selam a sua união com este objecto atirando depois a chave para o rio Sena."
in Diário Noticias
7 de junho de 2014
6 de junho de 2014
5 de junho de 2014
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